Esta obra, de pequena dimensão, foi pintada por Miguel Branco. Pessoa que eu muito estimo, como professor e artista.quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
Protagonista do vazio
Esta obra, de pequena dimensão, foi pintada por Miguel Branco. Pessoa que eu muito estimo, como professor e artista.Pensamento do dia
"A força da consciência estética da imagem na recepção das obras de arte tem sido, desde sempre, uma questão controversa. Estava ligada ao privilégio da cultura e à existência do ócio e, na sua pureza, pertence muito mais ao conceito filsófico da arte do que ao destino social das obras de arte e às condições sociais da sua produção..."
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
sábado, 13 de janeiro de 2007
Armory Show

No ano de 1913, em Nova York, realiza-se pela primeira vez uma exposição de arte, fundamentalmente moderna, de grande dimensão. Nesse evento participavam cerca de trezentos artistas, essencialmente europeus, que apresentavam, então, o que de mais moderno se fazia na Europa, particularmente em Paris. Entre os vários artistas, conceituadíssimos da história da arte Ocidental, Amadeo Souza-Cardoso, como podemos averiguar na reprodução do cartaz dessa exposição, surge entre os convidados, apresentando-se com oito obras.
Apesar das sérias críticas feitas à arte moderna que aí se apresentava, o sucesso desta exposição conduziria os organizadores a levarem-na em “itinerância” a outras cidades, nomeadamente em Chicago e Boston, ainda que numa versão reduzida.
Nesse mesmo ano, Amadeo anuncia-se com mais três obras no “Herbsaloon” (Salão de Outono) em Berlim.
Apesar das sérias críticas feitas à arte moderna que aí se apresentava, o sucesso desta exposição conduziria os organizadores a levarem-na em “itinerância” a outras cidades, nomeadamente em Chicago e Boston, ainda que numa versão reduzida.
Nesse mesmo ano, Amadeo anuncia-se com mais três obras no “Herbsaloon” (Salão de Outono) em Berlim.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
domingo, 7 de janeiro de 2007
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
Mais Soldados?

Após o circo, transmitido pelas televisões e sites, da morte do ex-ditador, num dia simbólico para os muçulmanos (do Eid al-Adha, em que são sacrificados animais e são normalmente dadas amnistias e perdões), continuará o presidente Bush, regressado do seu rancho no Texas, a prometer uma "estratégia de vitória" ? segundo o jornal Público de hoje, a mudança que este poderá anunciar no início da proxima semana poderá assentar num aumento de contingente, entre 17 mil e 25 mil soldados, ou talvez mais, se a disponibilidade de tropas o permitir. Continuará o mr. president em processo de santificação no Iraque até ao fim do seu mandato? (só em Dezembro morreram 1930 civis no Iraque)
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
Sanctum Officium

Após os ataques do 11 de Setembro, George W. Bush expressou no Congresso americano o seu sentido democrático, defensor dos direitos humanos, contra a barbárie, a pena de morte e as armas químicas, dizendo: "Todas as nações, em todas as regiões, agora têm uma decisão a tomar: ou estão connosco ou estão com os terroristas". Traduzindo: ou estão connosco ou estão contra nós.
A morte mediática e medieval de Saddam Hussein, ex-ditador, é uma coisa horrível. Tal imagem de “justiça” à moda do Sanctum Officium é uma vergonha para a comunidade internacional e uma cobardia para a democracia, indigna de políticos civilizados, pregadores da tolerância comprovada pela intolerância, o que só pode levar a mais e mais violência.
Um Sanctum tribunal fantoche, num Sanctum regime fantoche, numa Sanctum situação política dominada pelo Estados Unidos, onde Sanctum Bush precisa à viva força de um mártir, de um rosto que possa simbolizar a Sanctum Vitória Americana, mesmo que esta nunca o seja, não são condições muito sérias para matarem o ex-ditador.
A Casa Branca disse que o “Sanctum” veredicto é um marco nos esforços do Iraque para “substituir o poder de um tirano pelo poder da” Sanctum “lei”.
sábado, 30 de dezembro de 2006
Avant!

“Before the Bullfight” (“Avant la corrida”) é uma obra do pintor Amadeo Souza-Cardoso (1887-1918) da qual não se sabia o paradeiro desde 1913, altura em que foi exposta e vendida numa exposição realizada em Nova Iorque. A exposição, “International Exhibition of Modern Art”, conhecida como “Armory Show”.
Recentemente esta obra foi localizada através da publicação de um anúncio no site do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão. Encontrava-se na posse de um coleccionador americano que desconhecia o autor da pintura, porém a sua qualidade chamou a atenção de uma sua amiga, historiadora, que através da assinatura, chegou ao site, onde se deparou com a fotografia da obra desaparecida.
Esta obra foi adquirida pela Fundação Gulbenkian e submetida a um intenso e cuidadoso restauro. Depois de 93 anos ocorridos desde a sua exibição pública, podemos vê-la na exposição “Diálogo de Vanguardas” até dia 14 de Janeiro no edifício sede da Gulbenkian.
Uma exposição sobre Amadeo Souza- Cardoso, – a maior de sempre -, e que reúne também criações de artistas seus contemporâneos com quem privou, num total de 260 obras. Sublinha, assim, o carácter “internacional”, colocando em diálogo umas obras com as outras.
Uma exposição, a não perder, que nos mostra um Amadeo sempre plural, dinâmico e dialogante com as audácias estéticas do seu tempo.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
Na Continuação do espírito festivo...
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